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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

ROGATIVA (vandadefreitasbezerra)

ROGATIVA

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Oh! Mestre, guiai-me os passos
Minh’alma anda perdida...
Nos vales da fantasia                  
E nos mistérios dessa vida...

Ensinai-me crer no amor que falo
Nas serestas, nos festins,
Nos versos de uma canção,
Nos acordes   dos bandolins.

Mostrai-me que  as rugas do tempo
Vincam a solidão mas, acalma.          
Trazei-me em Teus braços de luz                
A alma gêmea de minh’alma.

Fazei-me a mais altiva dama
No banquete da harmonia,     
Servindo-me em taças de amor
Muita paz e alegria.

Livrai-me dessa inquietude
E de toda insegurança, 
Sufoque em mim  a incerteza,
Faça que cresça a esperança.

Iluminai-me os pensamentos
Nefastos, funestos, impuros,
Afastai-me de qualquer sombra,
Nos momentos mais escuros.

Dizei-me como trilhar
As veredas da sensatez,                    
Para que as amarras do tempo
Não me detenham outra vez.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ALCE VÔO... (vandadefreitasbezerra)

ALCE VÔO

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Alce vôo ...
E na sua viagem pelo espaço,
alcance a luz dos olhos do amor
e faça-a iluminar toda a Terra:
“ Planeta Desamor ”.

Vá ...
Tome como direção o infinito
e aporte-se na estrela mais bela
que seus olhos conseguirem transpor.

Continue seu giro ...
E sem olhar para trás,
ultrapasse as nuvens
que vedam a visão
dessa paisagem estranha...

E quando saciar esse desejo louco
de sobrevoar além do espaço,
na busca do desconhecido,
que esconde a paz ...

Volte.
E recomece aqui
a sua luta
pela vida ...
Pela ventura...
Pelo amor...

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

PENA! ... (vandadefreitasbezerra)

PENA
poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra
(07/11/83)

Completo abandono do corpo dorido,
na relva molhada de suor e lágrima,
dormita seus sonhos de ilusão perdida
e um sufoco indigesto, que conduz na alma.

Nadou, naufragou.
Correu, não alcançou.
Era apenas miragem,
o que pensou ser amor.

Céu de incerteza, nublado e triste,
Cobrindo com seu manto de solidão e dor
Sua alma errante, que errante segue 
Pela vereda escura do platônico amor.

Do “ser humano”,
só a forma conserva.
Sentimento exalando,
esgotando a reserva.

E em negrito, prescreve, com “pena” de si,
no livro da vida, companheiro constante:
“É TRISTE DIZER, MAS, O AMOR 

NÃO CONHECI
NOS OLHOS DA ALMA DE 

ALGUM AMANTE.”

E o tempo
que se perdeu refletindo
estirada na relva,                       
acabou dormindo.

E sonhou que habitava                      
um mundo sem lixo,
onde homem, era homem
e bicho, era bicho.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

INJURIADA (vandadefreitasbezerra)

INJURIADA

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra
(30.07.86)

Não aprendi Oh! Meu Deus
Acalentar a amargura
Que injuria o meu viver
Nesse mundo de tortura.

Nas entrelinhas rabisco
Angústias e nostalgia
Com tristeza faço rimas
Nos versos dessa poesia.

Busco além da distância
Nos olhos da eternidade
Nas estrelas do infinito
Paz, amor, felicidade...

Sou como ave sem ninho
Que vôa sem ter destino
Sou qual estrela cadente
De um firmamento extinto.

Não vou transgredir Tuas leis
Meu Deus, nisso “pode crer”!
Perdoa-me as mágoas que trago
Nas fraquezas de meu “Ser”.

domingo, 1 de agosto de 2010

SONHOS (vandadefreitasbezerra)

SONHOS

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Desnuda está a ilusão de te envolver
em meus sonhos de amor eloqüente,
no abraço que não deixa espaço
no corpo, no espírito, na mente.

Meu silêncio te busca,
mas meu riso te a ofusca a visão de me ver
com a paixão que agride, explode e deprime
quem só... no silêncio... a pode ter...  

Meus dias vou levando,
numa ânsia contínua de habitar o infinito
do amor pela vida de todas as vidas
existentes nesse mundo de coisas,
sem pela vida, sair tão ferida.

E além das alturas, vou sonhando
meus sonhos de gente grande,
que sofre, luta mas caminha, na chuva,
no Sol.
Buscando o abrigo no abraço amigo,
da luz das estrelas, da Lua, do arrebol...

E no abandono da distância,
no ultraje da  saudade
dos meus sonhos de criança pura 
de sentimento,
vou trilhando meus caminhos
que me levam a lugar nenhum...
Só... vou ficando ao relento...       

E confesso que esqueço que ainda 
não me defini.
Não sei o que quero, como quero 
e porque quero;
pois o  tempo passou... eu cresci 
e não vivi
os meus sonhos infantis e, infantilmente, ainda espero ...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

EMBARAÇO (vandadefreitasbezerra)

EMBARAÇO
poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra 
(11.12.1984)

Te amo, a arte de amar
Os encantos desse mundo.
Vivendo a vida e sonhando
Num certo mistério mudo.

Te gosto, gostando do belo,
E de teu jeito, displicente.
Lisonjeiro e carinhoso,
Cativa a alma “da gente”.

E num misto de mistério e sonho
Não me deixo amor, amar...
Busco o abrigo das estrelas,
Do céu, da Terra, do mar.

Num desalento profundo
Deixo seguir pela vida
Meus anseios... alegrias...
E alguma tristeza escondida.

À deriva, me embaraço
Nos grandes braços do amor,
Nas teias de funesta paixão,
Nos laços fortes da dor.

terça-feira, 1 de junho de 2010

SEDUÇÃO (vandadefreitasbezerra)

SEDUÇÃO

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Que sonhos ocultas em seus olhos?
Luz estranha... Me fascina o quanto quer...
Por que assim é?
Me faz frágil, indefesa, mas... Mulher...

Quero fugir, te esquecer e me iludo,
Que a distância muito pode ajudar.
Mas não posso fugir eternamente,
Então volto e continuo a te lembrar.

Não tens culpa. É o amor,
Que despertou amor em mim também.
A cor de seu olhar tão sedutor,
Me embriaga, me entontece, me faz bem.

Vida minha... Tão vazia... Estou sozinha...
O tempo passa e traz com ele solidão.
Por que você, despertou em minha vida,
Algo mais... para mais desilusão?

Se não te vejo, a saudade me sufoca.
Se te vejo, sinto o mundo desabar.
É difícil! Não sei o que fazer,
Desolada estou... Não tenho forças pra lutar.

Por que tem que ser assim?
Gostar sempre da pessoa errada...
Se o destino assim é, que assim seja!
Mas, me sinto angustiada...

Se vais embora, que sejas bem feliz!
Se vens comigo, que o sejas muito mais!
Quem ama renuncia a própria vida,
Em prol da pessoa amada, tudo faz...

sábado, 1 de maio de 2010

EU TE AMEI... (vandafbezerra)

 
EU TE AMEI...

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra 

Eu te amei...
Com a loucura dos sábios,
Com a debilidade dos imbecis...

Sobre o túmulo de meus anseios,
Chorei pela primeira vez...

Eu te amei...
Com o desespero dos fracos
Com o silêncio dos mudos
Com o lirismo dos poetas
Com a angústia dos tristes
Com a violência dos fortes
Côa a força da paixão;
Com a loucura dos sábios
Com a debilidade dos imbecis...

Com simplicidade e ternura
Eu te amei...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O QUE É O AMOR? vandafbezerra

O QUE É O AMOR?

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra
(08.01.1987)

AMOR...
O que é o amor?

È uma explosão
de sentimento de culpa
em milhões de fagulhas
a ferir o coração da gente
nessa fúria louca?

AMOR...
O que é o amor?

É essa dor
que não se expressa...
o silêncio... a mágoa...
é essa angústia
que mata sem pressa?

Por quê?
Eu me pergunto
com insistência:
Tantas nuvens no céu
de minha negra
existência?

Afinal...
O QUE É O AMOR?

quinta-feira, 1 de abril de 2010

INSEGURANÇA (vandafbezerra)

INSEGURANÇA

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

(03/08/1983)
Sabor de angústia que amarga a boca
da ilusão de te ter para mim que sou sua
alma gêmea na insegurança de 
encontrar algum dia,
o amor que ainda busca. 

Coração desejoso de encontrar 
seu coração amigo,
num só ritmo pulsando, e em 

silêncio amando
a vida de luta incessante, porém, 
que nos leva
a depararmos com o que estamos procurando.


A luz de teus olhos inspira pureza
de espírito fraterno e emana a verdade.
Sentimentos profundos, dignos e belos,
enfeitam teu corpo, deixando saudades
.


Partistes e eu fiquei na angústia 
que deprime
até os mais fortes, que já se refugiaram 

no caminho,
cansados, vencidos, dormindo ao relento,
fechados em si mesmos, sofrendo sozinhos.


Levaste contigo a esperança que eu tinha
de ter-te comigo e eu estar com você
em pensamentos que brotam n’alguma 

hora do dia
trazendo alegria, inspirando o viver.


A mim, ainda resta a ferina miragem,
de ver-te de volta, voltando pra mim
as mãos, que acenam um adeus 

à distância,
pra não ver em meu rosto, 
as marcas do “fim”.

terça-feira, 2 de março de 2010

CORAÇÃO (vandafbezerra)

CORAÇÃO
poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra 
(29/10/84)


Coração, meu mártir e guerreiro
Sustentáculo de uma vida
Até à hora da partida
Desse grande cativeiro.


Se és tu, meu grande amigo
Companheiro derradeiro
Deixe-me partir primeiro
Desta gleba em que me abrigo.


Prometo esperar-te no além
No jardim do infinito
Onde tudo é mais bonito
Onde não haja ninguém.


Então, unidos seremos
Enquanto a vida palpitar
Nos seres vivos que habitam
Os planetas mais serenos.


Buscaremos a estrela do amor
Na Lua, no Sol, no Céu
Sem rumo, vagando ao léo
No mais completo furor.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

FACES DO AMOR (vandafbezerra)

FACES DO AMOR

poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra 
(31.08.84)

Sentimento sorrateiro, fascinante!
Traz as faces do demônio colorido
De um lado, o amor inebriante
Do outro, sofrimento incontido!

Como pode adocicar a alma da gente
Colocando em cada espaço tanto mel?
E ao mesmo tempo mostrar a outra face,
Do amor amargo que tem sabor de fel?

De um lado, a voz sensata da razão
Do outro lado, grita alto a insensatez
O cérebro não controla o coração
E lentamente, se perde a lucidez.

O amor faz sofrer... Faz chorar ...
Duas faces antagônicas
formando um único sentimento:
AMOR
como é difícil amar!...

sábado, 2 de janeiro de 2010

AO ACASO... (vandadefbezerra)

AO ACASO
poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra 
(04/09/1986)

Tristes olhos que “flexaram”seus olhos!
Meu coração não raciocina, e,
cego para o espelho da culpa
fita o “horizonte perdido”
nos confins da esperança
de dormir para sempre
a mais distante lembrança...

E se o Sol se esconder no silêncio
das colinas da incerteza dessa luz,
qual ave sem rumo no espaço
sobrevoarei o “morro das ilusões”
e, pousarei meu cansaço,
meu corpo, minha alma, numa cruz.

Qual nômade nessa terra de incertezas,
vagueando sem rumo nos caminhos do amor,
na esperança morta de ser su’alma afim,
seiva da vida, qual seiva da flor,
sigo ao acaso...
Vou...

E se eu  me perder nas sombras do medo
de encontrar a mim mesma
amando um impossível amor,
fugindo me esconderei no abismo do silêncio,
e nas profundezas das lágrimas
sufocarei  minha dor.

Levarei nos recônditos de minh’alma
as tristezas que vivi aqui.
Tenho o céu por teto incerto,
como moradia, o deserto,
e a solidão que colhi.

Tenho a noite por companheira.
Deusa negra, muda, me abraçou...
Sigo no escuro de seu manto,
perdida em seu doce encanto,
sigo ao acaso...
Vou...