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A NEVE E AS TEMPESTADES MATAM AS FLORES, MAS NADA PODEM CONTRA AS SEMENTES. (K. Gibran)

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012



SONETO DE UM MAGOADO CORAÇÃO

Poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Coração...
Faz de mim força e luz para o meu próprio equilíbrio.
Não deixe que as trevas do orgulho detenham-me  a jornada.
Quero crer, quero amar, ser feliz, ser amada.

Coração...
É miragem, é quimera, tudo o que a gente espera  do amor?
Por que fere, magoa,  por que a paz não abençoa,
por que há dor?

Coração...
É uma dúvida renitente,
brigando com a gente,
 fugindo à razão.

Renúncia,  não existe;
Egoísmo,  persiste;
Isso é amor, coração???






SETEMBRO, VOCÊ E AS FLORES...
(Um poeminha para KATINHA)

As flores exalam perfume,
colorem e embelezam a vida.
Essa edição de setembro
é para você Katinha amiga,
pessoa que estimo tanto,
mineirinha tão querida!

V@nd@ - set/2012


É INVERNO...

Poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra
Em 06 de junho de 1986

É inverno...
Pudesse o calor de seus braços
Envolver-me num abraço
Aquecer meu corpo frio.

Enrijecem-se sonhos...
anseios...
Lá se vai
numa desabalada correria
a esperança
de vencer esse espaço
que nos separa.

E a distância
Se faz distante...
Tropeço no tempo.
Quero te ver.
Miragem...
Cadê você?

Escassos momentos
de felicidade.
Segundos roubados
do tempo.

É inverno...
Cadê você?

terça-feira, 3 de julho de 2012

SAUDADE... Vanda de Freitas Bezerra


SAUDADE...

Poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra
maio/2012

Debruço-me sobre a janela
Dos meus pensamentos
E fico a contemplar
A vasta paisagem
Dos meus sentimentos...

Sinto saudade de seu riso solto,
Seu olhar brejeiro, seu caminhar.
Do terno abraço, da palavra amiga,
Da alegria de te ver chegar.

Saudade imensa dos nossos bailes
E das danças de salão
De alguns beijos roubados
Do namoro no portão.

Saudade...

Vagarosamente fecho a janela
E vou me deitar.

domingo, 27 de maio de 2012


SONETO DO MEU GOSTAR

Poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Gosto que goste do meu “jeitinho
encabulado” de gostar de você.
Gosto quando bem de mansinho
“bate à porta” vem me ver.

Gosto de te sentir presente
em minh’alma e coração
compartilhando alegria,
dores, sonhos, ilusão.

Quando buscar meus pensamentos
e não puder alcançá-los,
não desista jamais!

Voe além da distância
ou então voe para os teus;
Talvez sejam iguais...

sábado, 3 de março de 2012

SOU ...


SOU ...
poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Sou como
o vento
que faz
a curva
lá na serra
Levando
as folhas
ressequidas
pelo tempo
Varrendo
a areia
leve
e solta
do caminho
Cruzando
campinas
e montes,
vagueando
pela Terra.

Sou como
a noite escura,
mas também
como dias
dourados.
Por vezes,
carrego
amargura.
Vezes outras,
sonho
encantado.

Sou como
a melodia
das fontes
Cantarolando
ao nascer
do dia.
Sou como
nuvens
no horizonte
Que refletem
nostalgia.

Sou também
ternura
e saudade.
Sou tristeza,
sou prazer.
Sou
a estrofe
inspirada,
pela Graça
de Viver!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DESENCONTRO

DESENCONTRO

Poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Sigo à procura de mim mesma
Nos caminhos da incerteza
Em sonhos beijo su’alma
Seu terno olhar me dá calma
E uma sossegada beleza.

Desperto-me. É outro dia.
Lá se foi toda magia
O encanto se perdeu ...
Eu me encontro no DESENCONTRO
De minh’alma tão sombria.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

★ESTRELA☆

ESTRELA

Poema escrito por
Vanda de Freitas Bezerra

Milhares de estrelas
vertem  seu brilho sobre a Terra.
O prenúncio da noite chega também
no coração da existência de uma vida
sequiosa de venturas...

Soluça o vento
Vez outra nos arredores
sacudindo as folhas leves da saudade...
Pra onde foram as esperanças que outrora
tremulavam no tempo?

Murmura o rio
nos  confins de um sonho remoto,
quando ainda havia melodia a embalar
os corações que enamorados  se sucumbiam
de grandes paixões, na fúria louca do amor.

Tudo é silêncio...
Partiu o navio da ilusão.
Pra onde foi?
Há mistérios escondidos
nas estradas dessa busca...

E quando su’alma de esperar se cansa
suplica aos céus a esperança
de encontrá-la!  de vê-la!

Mesmo descrente, cansada,
pelos tropeços da estrada
quer alcançar sua ESTRELA.